Essa fase é tratada de pré-colonial-colonial, já que não há uma colonização de fato, até 1534. Era mais usado como entreposto comercial e comercialização do pau-brasil.
1527 – Passam a chamar o território colonizado por Portugal nas Américas de Brasil.
1530 – Martim Afonso de Sousa, desembarca no Brasil.
1532 – Martim Afonso de Sousa funda a primeira cidade, São Vicente, que fica atualmente em São Paulo.
1534 – A colonização acontece de fato, com a criação das Capitanias Hereditárias, divisão de lotes de terras a capitães donatários, que as protegeriam de invasores de outros países e piratas. Inicialmente com grande produção e extração de: açúcar (séculos XVI e XVII), ouro (século XVIII)
1549 – Salvador, na atual Bahia, se torna a primeira capital do Brasil, até 1763.
1580 – Portugal e todas as suas colônias estiveram sob o domínio da Espanha. E isso continuou até 1640. Esse período é conhecido como Unificação ou União Ibérica.
1624 – Os holandeses tentam invadir o Brasil, na região de Salvador. Mas logo foram expulsos.
1637 – Conquista dos holandeses, invadindo o território pernambucano, e contando com a chegada do governante Maurício de Nassau. Estendendo esse domínio por boa parte do Nordeste. Recife foi muito urbanizada, saneada e pavimentada nesse período.
1644 – O governo de Maurício de Nassau termina.
1654 – Os holandeses são expulsos do território nordestino.
1695 – Padres jesuítas conhecem e se espantam com a sociedade, quase democrática, dos indígenas Tabajara. Pois nessa tribo, era formado uma espécie de parlamento. Ainda assim, são depreciados pelos mesmos, forçando sua religião nos locais.
1775 – Funda-se, onde seria mais tarde o bairro da Liberdade, em São Paulo, o Cemitério Público dos Aflitos, destinado aos negros escravizados, indígenas pobres, indigentes e condenados a morte.
1779 – Também onde seria o bairro da Liberdade, em São Paulo, foi construída a Capela Nossa Senhora das Almas dos Aflitos. Onde a população excluída poderia velar os seus.
1798 – Ocorre a Conjuração Baiana (antes chamada de Inconfidência Bahiana).
1808 – Chegada da Família Real portuguesa, fugindo de sua terra natal, devido a invasão das tropas napoleônicas e com auxílio da marinha inglesa. De 1808 até 1822, chamamos de Período Joanino. Decretado a Abertura dos Portos as Nações Amigas de Portugal, o que permitia ao Brasil, comercialização com outros países.
1815 – Dom João VI assina um decreto que eleva o Brasil a condição de Reino Unido a Portugal e Algarves, garantindo maior autonomia administrativa e política para o país.
1821 – Devido a Revolução Liberal do Porto, Dom João VI volta a Portugal, deixando seu filho, Pedro de Alcântara (Dom Pedro I) como príncipe regente do Brasil.
1823 – Uma das guerras de independência é no Maranhão, onde a elite tinha relações fortes com autoridades e comerciantes portugueses. Foram necessários o envio de tropas mercenárias e a mobilização de populares para acabar com o domínio português na região
Ainda nesse período, ocorreria a Batalha do Jenipapo (Piauí) e independência da Bahia.
1823 – Instala-se uma Assembleia Constituinte, composta por deputados e senadores, que se encarregaria da elaboração da primeira Constituição Brasileira. Quando viu o esboço, que limitava os poderes do Imperador, Dom Pedro I fechou a constituinte, chamando mais tarde, um grupo de sua confiança.
1825 – Portugal reconhece a independência do Brasil, sendo os ingleses mediadores da negociação para oficialização desse fato. O Brasil aceitou pagar compensações a antiga metrópole e a nação inglesa.
Ainda nesse ano, diante de promessas de maior autonomia, a população da Província Cisplatina se revolta. Liderados por Juan Antonio Lavalleja e Fructuoso Rivera, contra tropas de Dom Pedro I, isso causou a Guerra da Cisplatina, que durou até 1828. A província venceu o conflito e proclamou sua independência, passando a ser conhecida como República Oriental do Uruguai.
1835 – Até 1840, ocorre a Regência Una, pois um único regente governou o país.
Ocorrem as Rebeliões Regenciais: Cabanagem no Pará (1835 até 1840), Revolta dos Malês na Bahia (1835), Sabinada também na Bahia (1837 até 1838), Balaiada no Maranhão (1838 até 1841), Revolta das Carrancas em Minas Gerais (1833) e a Revolução Farroupilha ou Guerra dos Farrapos no Rio Grande do Sul (1835 até 1845)
1834 – Ocorre a reforma da Constituição de 1834, para tentar combater o Poder Moderador da figura do Imperador, um dos maiores problemas no Primeiro Reinado
E haviam aqueles que profetizavam na volta desse rei, se a pedra fosse lava com sangue. E isso levou a uma série de sacrifícios humanos. As autoridades foram avisadas por um vaqueiro, mas dezenas de pessoas teriam morrido até a chegada dos soldados.
1864 – A Guerra do Paraguai, ou Guerra contra a Tríplice Aliança, foi o maior e mais letal conflito armado ocorrido na América Latina, até onde se sabe. Entre 1864 e 1870, Brasil, Argentina e Uruguai, formando a Tríplice Aliança, guerrearam contra o Paraguai liderado por Solano López.
1888 – Devido a pressão de diversos abolicionistas e mudanças no mundo, ocorre a abolição da escravatura, pela Lei Aurea, assinada pela Princesa Isabel.
1893 – Às margens do rio Vaza-Barris, no norte da Bahia, iniciou-se a construção da vila de Canudos, por Antônio Conselheiro. Ela foi feita em uma terra improdutiva, de uma antiga fazenda chamada Belo Monte.
1932 – Ocorre uma revolução, em São Paulo, para exigir uma Assembleia Constituinte e tira Getúlio Vargas do poder. Os paulistas perderam, mas obtiveram uma nova constituição apenas em 1934.
1933 – Com a Assembleia Constituinte formada, também ocorreu a primeira eleição federal em que as mulheres puderam votar e de forma secreta. Mas a votação foi, na verdade, indireta, que elegeu Getúlio Vargas.
1937 – Getúlio Vargas diz ter descoberto um suposto plano comunista, para tomar o poder. E ele usa isso como pretexto para não ocorrer as eleições seguintes. Isso foi criado por Vargas, para fazer mais um golpe e manter seu governo.
Esse período, chamado de Estado Novo, foi uma ditadura, com prisões, torturas, censuras e mortes. Inspirado mesmo pelo fascismo italiano e o nazismo alemão, sistemas de governo que Vargas admirava.
1947 – Antonieta de Barros é reeleita, e ela luta para instituir no país, de forma mais clara, o Dia do Professor. Apresenta esse projeto em 1948.
1954 – Em agosto desse ano, Carlos Lacerda, um dos principais inimigos de Vargas, é ferido. Getúlio Vargas é tratado como culpado, sendo que nesse caso, não foi.
Em 24 de agosto, ainda nesse ano, Getúlio Vargas comete suicídio e deixa uma carta culpando “poderes maiores”.
1956 – Juscelino Kubitschek é eleito de 1956 a 1961. Foi marcado pelo nacional-desenvolvimentismo e pela construção de Brasília. Ele foi eleito em um momento conturbado da história brasileira, quando a ameaça de um golpe de Estado, capitaneada pelos militares, era constante. Ficou conhecido por sua política de “50 anos em 5”.
1963 – O Dia do Professor se torna de âmbito nacional.
1964 – Ocorre outro golpe militar, o que faz surgir uma Ditadura Militar ou Regime Militar. Os militares assumiram o poder, isso em 1 de abril daquele ano, destituindo o presidente, João Goulart. Esse período, até 1985, foi chamado também, popularmente, de Anos de Chumbo.
1985 – Após o fim do Regime Militar, surge a Nova República. O primeiro presidente seria Tancredo Neves, mas ele morreu antes de assumir. Deixando o poder nas mãos de José, o vice de Tancredo Neves.
1988 – Feita uma nova Constituição, ainda em vigor até os dias atuais, e que amplia os direitos dos cidadãos brasileiros.
1993 - O Plano Real foi um processo de estabilização econômica iniciado em 1993, e o seu sucesso representou a quebra da espinha dorsal da inflação no Brasil. Apesar de ter ocorrido no governo de Itamar Franco, quem elaborou esse plano foi Fernando Henrique Cardoso, então Ministro da Fazenda.
2002 – A primeira eleição de Luis Inácio “Lula” da Silva. O primeiro presidente não nascido na elite brasileira.
2016 – Dilma Roussef sofre o processo de Impeachment. Diferente de Collor, ela permanece no cargo até o final dele. Ela estava sendo acusada por pedaladas fiscais, que muitos jornalistas, historiadores e políticos, admitiram que eram pretextos falsos contra a então presidente.
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